Considerados criminosos por governos, mas heróis para muitos.
No submundo do ativismo radical, existe uma rede internacional envolta em mistério e polêmica: a Frente de Libertação Animal, conhecida pela sigla ALF. Surgido nos anos 70 no Reino Unido, este movimento opera sem líderes, sedes ou rostos conhecidos, funcionando como uma irmandade de ativistas anônimos que agem na calada da noite.

O objetivo é claro e arriscado, invadir laboratórios de testes, fazendas industriais e centros de exploração para libertar seres vivos de condições de extrema crueldade. Eles não pedem permissão e não seguem protocolos legais; suas ferramentas são a ação direta e a divulgação de imagens chocantes que os estabelecimentos tentam esconder a sete chaves. Considerados criminosos por governos, mas heróis por defensores da causa, os membros da ALF arriscam a própria liberdade para dar uma chance de vida a quem não tem voz.
