Ainda dentro do útero, Tommy enfrentou um desafio que poucos poderiam imaginar. Antes mesmo de nascer, Tommy enfrentou um desafio raro: diagnosticado com espinha bífida, seus pais precisaram decidir entre arriscar a vida do bebê ou apostar em uma cirurgia fetal inédita.

Com 26 semanas, os médicos retiraram temporariamente o útero da mãe para corrigir a coluna de Tommy. Três horas depois, ele foi reimplantado, permitindo que o bebê continuasse a se desenvolver.
Ao nascer prematuro, Tommy já surpreendia: se movimentava, se alimentava e mostrava força. Hoje, saudável e cheio de vida, ele é a prova de que coragem, ciência e amor podem mudar destinos antes mesmo do primeiro choro.
