A Dra. Tatiana Sampaio, da UFRJ, lidera a pesquisa com a polilaminina. É uma substância criada a partir da laminina, proteína que existe no nosso corpo e ajuda na regeneração de tecidos.
De forma simples: a polilaminina funciona como um suporte biológico. Ela estimula o próprio organismo a reparar danos, acelerando processos de cicatrização que hoje são muito difíceis.
Em entrevistas, a pesquisadora já afirmou que o objetivo vai além do laboratório. A intenção é que, após passar por todos os testes de segurança e conseguir aprovação da Anvisa, o tratamento seja incorporado ao SUS.

Se isso acontecer, milhares de pessoas que dependem do sistema público teriam acesso gratuito a uma tecnologia de ponta. Seria um marco pra ciência brasileira e pra saúde pública.
A Anvisa autorizou em janeiro o início da Fase 1 do estudo clínico, com 5 pacientes voluntários. É a primeira etapa pra testar segurança. Ainda faltam as fases 2 e 3 pra comprovar eficácia.
Ou seja: é uma promessa com base científica sólida, mas ainda não é realidade. A aprovação final depende dos resultados e dos órgãos regulatórios.
Ciência brasileira tentando chegar em quem mais precisa.
Fonte: Anvisa / Ministério da Saúde / Declarações da pesquisadora – Jan/2026.
