Em 2015, o Ministro da Defesa da Coreia do Norte sumiu dos registros oficiais. Sem aviso, sem explicação.
Relatórios da inteligência sul-coreana indicaram que ele foi condenado à morte pelo regime após cochilar durante um evento militar presidido por Kim Jong-un. Para o governo, não foi cansaço. Foi interpretado como desrespeito grave ao líder.

A TV estatal nunca comentou o caso. Apenas removeu a imagem dele de documentários posteriores. O episódio mostra o nível de controle no país: até reflexos biológicos como o sono podem ser vistos como ato de insubordinação. Lá, demonstrar cansaço na frente do líder tem consequências severas.
Se essa regra existisse aqui, quantos não voltariam pra casa depois de uma reunião longa?
