Em 2010, autoridades de Tóquio foram checar a situação de Sogen Kato, que estava registrado como o homem mais velho da cidade, com 111 anos. Para surpresa dos funcionários, ao visitarem sua casa, descobriram que ele havia morrido décadas antes, provavelmente por volta de 1978. O corpo estava mumificado e permaneceu desconhecido por tanto tempo, em grande parte devido ao isolamento do idoso e à falta de comunicação com vizinhos ou familiares.

O caso chamou atenção da mídia e das autoridades porque havia suspeitas de que a família continuava recebendo pensões em seu nome, sem que ninguém percebesse a ausência. Embora não se saiba ao certo se houve intenção deliberada de esconder o corpo, a situação evidencia como falhas em registros e isolamento social podem permitir que uma morte permaneça desconhecida por anos, criando um episódio que mistura surpresa, burocracia e questões legais.
