Elon Musk acredita que a imortalidade será alcançada através da Neuralink, permitindo o “upload” da consciência, memórias e personalidade para computadores ou corpos robóticos. Para o bilionário, o envelhecimento biológico é um problema de engenharia que pode ser contornado pela tecnologia digital, transformando a morte em um evento técnico e opcional através da simbiose total com a Inteligência Artificial em longo prazo.

Embora a tecnologia atual foque em tratar condições neurológicas, o objetivo final é garantir que a existência humana não dependa mais do corpo biológico. Musk pondera que essa superação traz dilemas éticos, pois a renovação de gerações é importante para o progresso social. Assim, a imortalidade digital surge como uma ferramenta de preservação da essência, permitindo que o “eu” sobreviva em sistemas computacionais, desafiando as leis naturais da biologia e redefinindo o conceito de vida para o futuro da nossa espécie em constante evolução tecnológica e científica.
