Radiologista viveu sete anos com o corpo da mulher por quem era obcecado

Na década de 1930, um caso perturbador chamou atenção na Flórida, envolvendo o radiologista Carl Tanzler, também conhecido como Conde Carl von Cosel. Trabalhando em um hospital local, Tanzler se apaixonou por Elena “Helen” de Hoyos, uma jovem paciente cubana diagnosticada com tuberculose. Apesar de seus esforços e presentes caros, Elena fal*ceu em 1931, deixando Tanzler profundamente obcecado.

Dois anos depois, ele cometeu um ato macabro: retirou o corpo de Elena do mausoléu e o levou para sua própria casa. Para manter a aparência do corpo, Tanzler empregou métodos assustadoramente detalhados e incomuns, uniu os ossos com cordas de piano, cobriu a pele em decomposição com seda e cera, colocou olhos de vidro e confeccionou uma peruca com os cabelos que havia guardado da jovem.

Ele viveu com o corpo de Elena por sete anos, até que a irmã da jovem descobriu o ato em 1940. Tanzler foi levado a julgamento, mas o caso foi arquivado, pois o crime de violação de túmulo já havia prescrito.

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