Em 1967, o projeto de “gato-espião” da CIA falhou por ser incontrolável

Durante a década de 1960, em plena Guerra Fria, a CIA investiu em uma ideia tão ousada quanto incomum: transformar um gato em ferramenta de espionagem. O projeto, conhecido como Acoustic Kitty, envolvia a implantação de dispositivos eletrônicos no animal para captar conversas sem levantar suspeitas.

Apesar do alto investimento e da tecnologia envolvida, a iniciativa esbarrou em um problema simples: gatos não seguem ordens com facilidade. A dificuldade de controlar o comportamento do animal tornou o projeto inviável, levando ao seu abandono.

Com o tempo, surgiram relatos curiosos sobre o suposto destino do primeiro “agente felino”, mas muitos desses detalhes não são confirmados oficialmente. Ainda assim, o caso ficou marcado como um dos experimentos mais inusitados da história da espionagem, mostrando até onde governos estavam dispostos a ir em busca de informação.

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