Nos últimos anos, a presença feminina na medicina no Brasil tem crescido de forma consistente. Esse aumento não significa apenas mais profissionais no setor, mas também uma mudança gradual no perfil da área, que historicamente era predominantemente masculina.

Dados recentes mostram que o número de mulheres ingressando e se formando em cursos de medicina tem aumentado em ritmo mais acelerado do que o de homens. Esse movimento tem sido observado principalmente entre as gerações mais jovens, refletindo transformações no acesso à educação e nas escolhas profissionais ao longo do tempo.
Apesar desse avanço, a medicina continua sendo uma profissão composta por homens e mulheres em proporções próximas, com variações conforme a especialidade e a região.
