Entre os séculos XVII e XIX, os preservativos eram frequentemente feitos a partir de membranas animais, como intestinos ou bexigas de ovelhas e outros animais. Esses dispositivos eram muito diferentes dos preservativos modernos de látex: eram mais grossos, caros e não descartáveis, sendo lavados e reutilizados várias vezes devido ao custo e à dificuldade de produção.

A durabilidade dependia apenas dos cuidados e do armazenamento feitos pelos próprios usuários.
Esses preservativos históricos refletem como a humanidade buscou formas de proteção sexual muito antes da invenção do látex, e como a tecnologia e os materiais disponíveis determinavam seu uso e manutenção.
