Quando o corpo humano passa por períodos de jejum ou sente fome, ele ativa um processo chamado autofagia, que funciona como uma espécie de “faxina celular”. Nesse mecanismo, células identificam e degradam componentes danificados ou desgastados, como proteínas defeituosas e organelas envelhecidas, ajudando a manter a saúde e o funcionamento adequado dos tecidos.

A autofagia é essencial para a renovação celular e pode contribuir para reduzir o acúmulo de resíduos dentro das células, que, em excesso, está relacionado a problemas metabólicos e ao envelhecimento. Pesquisas, principalmente em modelos animais e laboratoriais, sugerem que a autofagia pode ter efeitos benéficos na proteção contra doenças relacionadas à idade e ao estresse celular.
