Após 37 anos preso injustamente, Robert DuBoise foi libertado em 2020, quando novas provas de DNA provaram sua inocência. Condenado em 1983 com base em um depoimento falso e análise errada de marcas de mordida, ele passou décadas na prisão por um crime que não cometeu.

Em 2024, Tampa, na Flórida, reconheceu o erro e indenizou DuBoise com US$ 14 milhões, pagos em parcelas, além de uma compensação de US$ 1,85 milhão do estado. Hoje, ele se dedica a causas sociais, ajudando outros injustamente condenados a reconquistar a liberdade, tornando-se um exemplo das reformas necessárias no sistema de justiça e do impacto das novas tecnologias forenses.
