Na Argentina, uma mãe conseguiu na Justiça suspender a pensão que pagava à filha de 22 anos. A jovem havia se matriculado na universidade, mas avançou muito pouco no curso e não mostrava interesse em retomar os estudos ou começar a trabalhar. Nos últimos meses, passou a morar na casa de uma amiga, sem renda própria e sem contribuir com a mãe.

O juiz considerou que, embora a lei permita estender o apoio financeiro para filhos adultos que estudam ou se preparam para trabalhar, no caso dessa filha não havia esforço concreto para conquistar autonomia. A decisão reforça a ideia de que a ajuda dos pais deve servir como incentivo, e não como substituto da responsabilidade pessoal.
