Thomas Prusik‑Parkin, de Nova York, enganou autoridades por cerca de seis anos ao se passar por sua mãe falecida, Irene Prusik, usando peruca, maquiagem, roupas femininas e até bengala para completar a farsa.

Durante esse período, ele conseguiu receber benefícios da Previdência Social e outros subsídios em nome dela. O caso foi descoberto em 2009, quando a fraude chamou atenção das autoridades, e Parkin acabou sendo condenado por diversos crimes, incluindo fraude e falsificação de documentos.
O episódio ganhou repercussão pelo caráter incomum do golpe, que envolveu não apenas a falsificação de identidades, mas também a encenação física da mãe já falecida.
