O caso aconteceu no Brasil, em dezembro de 2022, quando um pai presenciou a morte de seu filho de 8 anos, atropelado por um motorista embriagado. Tomado pelo desespero, ele reagiu impulsivamente e matou o condutor com pedradas. A tragédia gerou grande comoção e levantou questões sobre a relação entre emoção e ação diante de uma perda irreparável.

O homem, sem antecedentes, foi julgado quase três anos depois. A defesa argumentou que a atitude extrema foi movida pela dor, e os jurados concordaram, absolvendo-o.
