As joaninhas são conhecidas por seu comportamento reprodutivo bastante ativo, e muitas espécies se acasalam com vários parceiros ao longo da vida.
Esse hábito aumenta a movimentação de parasitas que passam de um indivíduo para outro durante o contato íntimo, especialmente durante a cópula.
Entre os parasitas mais comuns está o fungo Hesperomyces virescens, que se fixa no corpo das joaninhas e se espalha quando elas permanecem unidas por longos períodos.

Em algumas espécies, como a joaninha-de-dois-pontos, também foram registrados ácaros que vivem sob a carapaça e migram entre parceiros durante o acasalamento, podendo atingir altas taxas de infecção em certas populações.
Embora esses parasitas sejam realmente transmitidos por contato direto e favorecidos pelo comportamento promíscuo das joaninhas, não há evidências de que elas tenham o “maior índice de DSTs entre insetos”, algo que ainda não foi demonstrado por estudos comparativos amplos.
