Grover Krantz nunca escondeu seu senso de humor peculiar nem o vínculo profundo que tinha com seu cão, Clyde. Quando decidiu doar seu corpo à ciência, fez um pedido que surpreendeu até a equipe responsável por preservar seu legado: queria que seu fiel companheiro também fosse mantido ao seu lado após a morte.

O Smithsonian, reconhecendo a importância singular dessa relação, aceitou o desejo do antropólogo e articulou os esqueletos de ambos, posicionando-os lado a lado em uma homenagem que ultrapassa o campo científico.
A cena, que mistura afeto, lealdade e curiosidade humana, acabou se tornando uma das histórias mais marcantes da instituição, lembrando aos visitantes que a ligação entre humanos e animais pode atravessar até mesmo as fronteiras da vida.
