Uma funcionária chamou atenção ao solicitar licença-maternidade para cuidar de um bebê reborn, uma boneca hiper-realista que imita um recém-nascido. O pedido gerou críticas e piadas entre colegas e chefes, que chegaram a deslegitimar sua “maternidade” e a constranger no ambiente de trabalho.
Diante da situação, a mulher entrou com uma ação na Justiça pedindo indenização por danos morais, argumentando que sofreu humilhação e abalo psicológico. Ela reivindicava reconhecimento pelo constrangimento e pelos direitos que considerava ter sido privada, com um pedido de R$ 10 mil.

No entanto, após a história viralizar nas redes sociais e provocar repercussão negativa, os advogados responsáveis pelo caso decidiram desistir da ação apenas dois dias após o protocolo.
