Estudos sobre infidelidade ao redor do mundo mostram padrões interessantes. Países como Tailândia 51%, Dinamarca 46%, Alemanha 45%, Itália 45% e França 43% aparecem com taxas relativamente altas de adultos que admitem ter traído.
Esses números são amplamente divulgados e consistentes com levantamentos internacionais, incluindo questionários patrocinados por empresas como a Durex.
Por outro lado, a posição do Brasil e dos Estados Unidos é mais complexa. Nos EUA, pesquisas abrangentes indicam que a taxa de infidelidade fica em torno de 20% a 30%, inferior à dos países do topo, o que justifica considerá-los com índices moderados.

Já no Brasil, a situação depende do estudo analisado: alguns levantamentos colocam o país com índices semelhantes aos mais altos do mundo, chegando a 53% em pesquisas com a população geral, enquanto outros, especialmente focados em usuários de aplicativos de relacionamentos extraconjugais, registram números ainda maiores.
O que esses dados mostram é que a infidelidade não pode ser atribuída a um país de forma absoluta. Diferenças culturais, sociais e metodológicas influenciam os resultados, tornando os rankings indicativos de tendências, e não de verdades universais. A conclusão é que, embora seja possível identificar países com maior incidência de relatos de infidelidade, cada contexto precisa ser analisado com cuidado antes de tirar conclusões definitivas.
