A medicina regenerativa avança de forma promissora no tratamento do diabetes, utilizando células-tronco para desenvolver ilhotas pancreáticas capazes de produzir insulina.

Pesquisas em laboratório e alguns ensaios clínicos iniciais em humanos mostram que essas terapias podem restaurar parcialmente a função das células produtoras de insulina, oferecendo esperança para tratamentos menos invasivos e mais eficazes em paciente com diabetes tipo 1 ou tipo 2.
Estudos indicam que, no futuro, terapias com células-tronco podem transformar significativamente a forma como a doença é tratada, melhorando a qualidade de vida de milhões de pessoas ao redor do mundo.
